“Te quero me perguntando o que é desfragmentador de disco, testando uma receita com cenouras, me chamando de “peste bubônica”, falando em estudar no Japão só pra testar minha insegurança. Te desejo aqui desafinando meu violão com música de bailão, furando o dedo no cactus do corredor, dizendo eu ser o motivo das tuas olheiras e folheando um catálogo da Avon.”

A manhã seguinte sempre chega. (via ga-bi-to)